Forças Armadas farão varredura em presídios como na Olimpíada

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Em Brasília, a crise penitenciária foi o tema de novas reuniões, ao longo do dia. Os governos estaduais e o federal não chegaram a um acordo sobre como os projetos em debate vão ser financiados.

Na penitenciárias, Exército, Marinha e Aeronáutica vão usar os mesmos equipamentos de varredura utilizados nas Olimpíadas e na Copa do Mundo.

As Forças Armadas vão entrar com os equipamentos de varredura, detectores de metais e scanners, para procurar armas, celulares, drogas.

As revistas nas celas só começam depois que os detentos estiverem isolados no banho de sol, por exemplo. Não haverá contato dos presos com as Forças Armadas. PMs e agentes penitenciários vão vigiar os presos, cuidando do isolamento deles.

Durante a varredura, o comando da ação, dentro do presídio, é de responsabilidade das Forças Armadas.

Inicialmente, serão mil militares, divididos em 30 equipes, que devem estar prontas em até dez dias. O governo federal vai liberar R$ 10 milhões para essas operações.

O ministro da Defesa disse que as Forças Armadas não vão atuar nos presídios quando houver possibilidade de rebelião.

“Nós só interviremos onde existir condições de segurança e que não exista a possibilidade de que você venha ter um incidente envolvendo Forças Armadas e população carcerária”, disse o ministro Raul Jungmann.

Por Victor Simão – DA REDAÇÃO DO JORNAL NACIONAL

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